Copa do Mundo 2026: Por que seu chefe dificilmente liberará o expediente para os jogos do Brasil

Feriado é improvável, mas empresa pode ceder

A expectativa para a Copa do Mundo de 2026 já começa a tomar conta dos brasileiros, que sonham com o hexacampeonato. No entanto, para quem imagina dias de folga garantidos para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira, a realidade pode ser outra. Diferentemente do que muitos esperam, os dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo não são declarados feriado nem ponto facultativo por lei.

A decisão de liberar os funcionários para assistir às partidas é inteiramente da empresa. Um chefe mais flexível ou um colega de trabalho que compartilha do mesmo entusiasmo pela Seleção pode, sim, conceder a folga. Contudo, essa liberação geralmente vem com a exigência de compensar as horas perdidas, dentro dos limites legais e acordos estabelecidos. Sair do trabalho sem autorização para ver o jogo pode resultar em descontos no salário e advertências, embora isoladamente não configure justa causa para demissão.

Fuso horário: o maior aliado para assistir aos jogos

A boa notícia para os aficionados por futebol é que o fuso horário pode ser o grande trunfo para assistir aos jogos do Brasil na primeira fase da Copa de 2026 sem precisar de liberação especial do trabalho. Os horários das partidas foram definidos de forma a não coincidir com o expediente da maioria dos trabalhadores brasileiros.

A Seleção Brasileira integra o Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. A estreia será em 13 de junho, um sábado, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. O segundo jogo ocorre em 19 de junho, uma sexta-feira, às 22h, na Filadélfia. Por fim, a última partida da fase de grupos acontecerá em 26 de junho, uma quarta-feira, também às 19h, em Miami.

Considerando esses horários, e a menos que sua jornada de trabalho seja em turnos alternativos, a probabilidade é que você já esteja em descanso durante os jogos da Seleção Brasileira, tornando a necessidade de liberação do expediente desnecessária para a maioria.

Fonte: www.seudinheiro.com

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