Ações da Petrobras (PETR4) acumulam perdas expressivas, refletindo o cenário externo.
A Petrobras (PETR4) atravessa um momento de ajuste no mercado. Após um período de forte valorização, impulsionado pela alta do petróleo e incertezas geopolíticas no Oriente Médio, as ações da estatal registraram sua pior semana em mais de dois anos. A queda é atribuída ao otimismo crescente nas negociações entre Estados Unidos e Irã, que alivia a pressão sobre os preços do petróleo Brent.
Desempenho semanal e histórico de quedas.
Na última sexta-feira (8), as ações da Petrobras fecharam cinco sessões consecutivas em baixa. PETR3 caiu 0,87%, a R$ 50,11, enquanto PETR4 recuou 1,19%, a R$ 45,67. No acumulado da semana, PETR3 desvalorizou 8,44%, figurando como a terceira maior baixa do Ibovespa, e PETR4 tombou 6,95%. Essa performance semanal é a pior desde março de 2024, quando a empresa decepcionou o mercado com o corte de dividendos extras.
A disparada da Petrobras em meio ao conflito.
Desde o início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, as ações da Petrobras apresentaram forte valorização, beneficiadas pela escalada dos preços do petróleo. Nesse período, a estatal bateu 12 recordes em valor de mercado, atingindo um pico histórico de R$ 680,1 bilhões em 14 de abril. Atualmente, a companhia está avaliada em R$ 621,7 bilhões.
Hora de comprar na baixa? Analistas mantêm otimismo.
Apesar da recente desvalorização, a Petrobras continua sendo vista como uma opção de investimento atrativa para quem busca exposição ao setor de petróleo e gás. Na segunda-feira (4), o BTG Pactual reiterou a recomendação de compra para as ações da estatal, com preço-alvo de R$ 62 para PETR4 até dezembro deste ano. Os analistas destacam a posição única da empresa como uma das poucas integradas de energia em mercados emergentes com robusto perfil de produção e crescimento.
Balanço do 1º trimestre de 2026 e projeções futuras.
O BTG Pactual projeta um Ebitda próximo de US$ 13 bilhões para o primeiro trimestre de 2026 e dividendos em torno de US$ 2,1 bilhões, o que representaria um dividend yield de aproximadamente 1,5% apenas no trimestre. O balanço do 1T26 será divulgado na próxima segunda-feira (11), após o fechamento do mercado, com teleconferência agendada para o dia seguinte.
Fonte: www.seudinheiro.com
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