FII Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) Vende Imóvel à Caixa Econômica por R$ 10,5 Milhões e Lucra R$ 3,6 Milhões; Saiba os Detalhes da Operação Estratégica

Reciclagem de Portfólio Gera Lucro e Liquidez para o RBVA11

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou a venda do empreendimento Senador Queiroz, localizado em São Paulo (SP), que tinha a Caixa Econômica Federal como principal inquilino. A operação, que envolveu R$ 10,5 milhões, resultou em um lucro líquido de R$ 3,6 milhões para o fundo e reforça a estratégia de diversificação de inquilinos da gestora Rio Bravo.

Detalhes da Transação e Retorno Financeiro

O imóvel, ocupado em 80% pela Caixa e 20% por uma loja de conveniência, foi vendido por R$ 7.256,39 por metro quadrado. O pagamento foi estruturado com uma entrada de R$ 5 milhões, seguida por cinco parcelas mensais de R$ 1 milhão e uma parcela final de R$ 500 mil. A venda fiduciária do imóvel garantiu o recebimento. Segundo a gestora, a transação gerou uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 15,4% ao ano para o FII, o equivalente a IPCA + 9% ou CDI + 6%.

Impacto no Caixa e Flexibilidade do Fundo

A venda gerou R$ 4,58 milhões em liquidez imediata para o RBVA11, com outros R$ 5,5 milhões a serem recebidos. A Rio Bravo destacou que a operação “reforça o caixa para novas operações e/ou amortização de alavancagem”, aumentando a flexibilidade e a capacidade de investimento do fundo. Essa recomposição de caixa é vista como estratégica para otimizar a estrutura de capital do RBVA11.

Diversificação da Carteira e Redução de Exposição Bancária

O RBVA11 tem se posicionado ativamente para reduzir a dependência de inquilinos do setor bancário. Desde 2019, o fundo já vendeu 32 imóveis, totalizando R$ 309,6 milhões em vendas e um lucro acumulado de R$ 104 milhões. Com esta nova transação, a exposição ao setor bancário cai para 21% do portfólio. O fundo busca agora diversificar com locatários como Cogna (20% dos ativos), GPA e Assaí (varejo alimentar), além de Centauro, Pernambucanas e Renner (varejo geral). Atualmente, 12% dos ativos do fundo ainda não estão alocados em imóveis.

Fonte: www.seudinheiro.com

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