Pague Menos (PGMN3) busca R$ 900 milhões em nova oferta de ações após seis meses de follow-on anterior
Pague Menos retorna ao mercado após captação anterior
A Pague Menos (PGMN3) anunciou seu retorno ao mercado de capitais com uma nova oferta de ações (follow-on), apenas seis meses após ter captado R$ 243,48 milhões em uma operação similar. Desta vez, a empresa busca levantar até R$ 900 milhões na B3, com o objetivo de financiar a expansão de suas operações e otimizar sua rede logística.
Detalhes da nova oferta de ações
A oferta inicial prevê a captação de aproximadamente R$ 504 milhões, considerando o preço de fechamento das ações PGMN3 em 26 de fevereiro, cotadas a R$ 7,20. A empresa tem a possibilidade de ampliar a oferta em até 78,6%, o que poderia elevar o montante total para perto de R$ 900 milhões. A definição do preço por ação está marcada para 10 de março, com o início da negociação dos novos papéis previsto para o dia 12.
Destinação dos recursos
Os recursos provenientes da oferta primária serão integralmente destinados ao capital de giro, com foco na abertura de novas unidades em regiões estratégicas para aumentar a capilaridade da rede. Essa expansão visa fortalecer a posição da Pague Menos em um setor pulverizado e altamente competitivo. Parte do investimento será direcionada para a abertura de um novo centro de distribuição na Paraíba, como parte da estratégia de otimização logística para 2026. Já os recursos da oferta secundária irão para os acionistas vendedores, que poderão utilizá-los para quitar dívidas com a XP Inc e seus conglomerados financeiros.
Público-alvo e direito de preferência
A oferta será direcionada a investidores profissionais, com mais de R$ 10 milhões aplicados, e a investidores estrangeiros. No entanto, os acionistas atuais terão direito de preferência para participar da operação, com limites proporcionais calculados com base na posição detida na data de corte. A falta de exercício desse direito resultará na diluição da participação dos acionistas após a conclusão da oferta. A coordenação da operação está a cargo do BTG Pactual, juntamente com Itaú BBA, XP, Bradesco BBI e Santander.
Lock-up de 90 dias para estabilidade
Para mitigar turbulências de curto prazo, a Pague Menos, seus conselheiros, diretores e acionistas vendedores estarão sujeitos a um período de lock-up de 90 dias. Durante este período, eles estarão impedidos de negociar suas posições, vender ações, estruturar operações de hedge ou realizar transações que transfiram os efeitos econômicos dos papéis. Essa medida visa proporcionar previsibilidade ao mercado e reduzir o risco de pressão vendedora logo após a oferta.
Fonte: www.seudinheiro.com
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